sexta-feira, 20 de maio de 2016

Como criar seu blog/blogger

Como criar 
seu blog/blogger



Aqui estará disponível um link com o canal do Vinícius Tutorias que te ensinará como criar e editar seu blog pelo blogger.

Para iniciar a aula basta clicar no nome a seguir:


Como recuperar Arquivos, documentos ou programas removidos pelo Psafe ou Avast.

Como recuperar Arquivos, documentos ou programas 
removidos pelo Psafe ou Avast.




Muitas pessoas enfrentam problemas e tem dificuldade quando o assunto é antivírus, um dos principais é quando o antivírus remove algo para a lixeira do mesmo sem a autorização do usuário, por isso criamos essa pequena aula para ajudar vocês com esse problema.

Psafe

Abra seu programa, aparecerá uma caixa como esta:
Clique em antivírus no lado esquerdo.


Depois de clicar em antivírus aparecerá uma outra caixa como esta:
Clique em lista de permissões

Após fazer isso abrirá uma outra caixa com os itens removidos, selecione o item que foi removido sem sua permissão, clique em restaurar e em adicionar a lista de permissões, depois de fazer isso aparecerá uma outra caixa como esta:

Pronto, seu item foi recuperado e já está pronto para ser usado.



AVAST

Abra seu programa, após fazer isso aparecerá uma caixa como esta:

Clique em estatísticas


Depois que clicar em estatísticas aparecerá uma caixa como esta:
Clique em itens armazenados na quarentena


Depois disso aparecerá uma caixa como esta:
Clique com o botão direito do mouse no item que deseja e em seguida selecione a opção restaurar como na imagem acima.


Pronto!








Convidar todos os amigos para curtir sua page

Como convidar todos os seus amigos do 
Facebook para curtir sua página





PRIMEIRO ACESSE O LINK A SEGUIR:
(basta clicar em cima do nome Inviter) 
Inviter


Abrirá uma guia que será mais ou menos assim:
 já estará com o que procuramos acionado(no caso o Inviter).

Após fazer isso selecione a opção que tem a seguinte imagem como representação:

Depois vá até sua página e clique em convidar amigos, após fazer isso aparecerá uma caixa como essa:

Clique em Select All e aguarde.


OBS: Caso você tenha muitos amigos e sua internet não esteja muito boa, pode acontecer de falhar o carregamento, porém quando isso acontece aparece duas opções( a de finalizar e a de aguardar), clique em aguardar.
Pode acontecer também de não enviar convites para todos os seus amigos, isso acontece quando você já enviou convites demais por um dia, caso isso aconteça bastará você verificar de onde parou e clicar em select all novamente.






quarta-feira, 18 de maio de 2016

Por que o relógio do meu pc atrasa sozinho?

Por que o relógio do meu pc 
atrasa sozinho?

Simples e rápido de resolver.

Primeiros vamos entender o que se passa:

Bateria da placa-mãe

Nos computadores atuais a principal função das baterias é de manter o relógio interno em funcionamento, isso até determinado período.
Como assim determinado período?
Bem, assim como tudo, a bateria também tem prazo de validade, porém um prazo indeterminado, pois ela é feita para durar bastante tempo, mas acontece de algumas começarem a falhar com pouco tempo de uso.
Independente do tempo de uso você saberá que sua bateria está com problemas quando:
Seu notebook começar a descarregar rápido, o relógio começar a apresentar alterações "automáticas" ou até mesmo em casos isolados quando o pc apresenta problemas na sua inicialização.

Quando isso estiver ocorrendo o mais sensato a se fazer é trocar a bateria e calma, não precisa se preocupar com o valor de uma bateria pois você consegue encontrar baterias que variam de R$ 1,00 a R$ 70,00.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Como verificar se todos os drives estão instalados.

Como verificar se todos os 
drives estão instalados.



Passo 01

Pressione o Botão Windows + o Botão Pause Break, como na imagem abaixo:


Depois de pressionado abrirá uma página como esta:


Clique em Gerenciador de Dispositivos localizado no canto superior esquerdo da sua tela, feito isso abrirá uma página como esta:

Se estiver faltando algum drive no seu computador aparecerá um botão de exclamação com um marcador amarelo.
Para resolver este problema basta baixar o drive desejado.


Como fechar programas travados e desabilitar programas indesejados.

Como fechar programas travados e desabilitar programas indesejados.

Rápido e fácil!

Muitas pessoas tem dificuldade quando acontece de um programa travar em seu pc ou mesmo quando encontram um programa indesejado em seu computador e não conseguem desinstala-los, porém seus problemas estão por acabar com essa pequena aula do CodeVirtualRL sobre configurações básicas de seu Computador.


Tutorial 01:
 -Como fechar programas travados:


-Abra o executar e digite msconfig, da seguinte forma:

CTRL+R

Logo após executar esse comando aparecerá uma caixa como esta:



Digite msconfig, desta forma:

Clique em OK ou pressione ENTER.

Depois de fazer isto aparecerá uma página como esta:
Clique em Inicialização de programas e logo após em gerenciador de tarefas.

Feito isso abrirá uma página como esta:

Clique em Processos, Selecione o programa e clique em Finalizar tarefa no canto inferior direito, se não for o suficiente clique em Detalhes e finalize o programa por lá.


Tutorial 02:
-Como Desabilitar programas

Execute o mesmo processo do tutorial anterior, porém quado abrir o gerenciador de tarefas clique em Inicializar ao invés de Processos ou Detalhes.

Observação 01
Caso você não consiga fechar o programa travado reinicialize seu pc.

Observação 02
Desabilitando o programa você facilita a  desinstalação dele, isso ajuda muito em caso de programas com vírus.




segunda-feira, 9 de maio de 2016

AGP/Resumão

AGP/Resumão



O barramento AGP, por mais que esteja tecnicamente ultrapassado, ainda é utilizado por alguns desenvolvedores de hardware. Por mais que o suporte seja precário e haja poucas opções de placas de vídeo de alto desempenho para este tipo de barramento, algumas linhas inferiores com um preço acessível ainda são produzidas. As empresas desenvolvedoras de hardware geralmente não fornecem muito suporte técnico para este tipo de placas, pois o número de usuários equipados com barramento AGP está diminuindo, com o barateamento de placas mãe com suporte a PCI-Express.
Várias especificações deste tipo de barramento foram lançadas, para otimizar as capacidades das placas de vídeo. Provavelmente, as mais populares e mais facilmente lembradas pelos jogadores de hoje em dia são a 2.0 e a 3.0, que trouxeram duas maneiras de operação, a 4x e a 8x, que representaram um aumento quase exponencial nas capacidades de transmissão de dados da placa de vídeo.
Eventualmente, a exigência do mercado fez com que o barramento AGP ficasse no passado, para a maior parte dos jogadores mais dedicados. Quem gosta de seguir as últimas tendências e apreciar os últimos lançamentos do mundo dos games deve abandonar completamente o barramento AGP, e seguir em frente com o PCI-Express, que, eventualmente, também será substituído.

PCI Express

PCI-Express
PCI-Express (ou PCIe) é o nome dado ao barramento encontrado em placas-mãe, usado como entrada para placas de expansão gráfica, de som e rede. 

Os diferentes tipos de PCI-Express

Desde sua primeira implementação em uma placa-mãe, os barramentos PCI-Express evoluíram conforme novas placas de expansão foram lançadas. Atualmente, o PCI-Express está disponível em segmentos de 1x a 32x, sendo mais comum encontrar até 16x. Esses números têm a ver com o número de “caminhos” utilizados para a transmissão dos dados.

Existem três tipos de barramentos PCI-Express disponíveis, sendo que a única diferença entre eles é a velocidade da transmissão de dados entre placa de expansão e computador. Isso significa que uma placa de vídeo que é conectada a um conector PCIe 3.0 pode funcionar também em um do tipo 1.0. O que muda é a quantidade e velocidade de dados que serão enviados.
  • PCI-Express 1.0
Primeiro modelo, lançado em 2004. Contando com 16 caminhos de transmissão de dados (16x), um slot PCI-Express pode realizar o tráfego de até 4 GB/s.
  • PCI-Express 2.0
Lançado em 2007, o tipo de barramento mostrou um aumento de desempenho e envio de dados, o que para placas gráficas, por exemplo, é muito importante. Com 16x, slots PCI-Express 2.0 alcançam até 8 GB/s, podendo chegar até 16 GB/s caso seja um conector 32x.
  • PCI-Express 3.0
PCI-Express 3.0 é o modelo mais recente e apresenta a maior velocidade alcançada por faixa de dados até o momento (1 GB/s), podendo chegar até 16 GB/s. A primeira placa gráfica a utilizar o potencial do barramento foi a Radeon HD 7970, da AMD, lançada em janeiro de 2012.
  • PCI Express 4.0
Foi anunciado em novembro de 2011 que o desenvolvimento de slots PCI Express 4.0 havia sido iniciado e que ele agora teria uma taxa de transmissão de 2 GB/s por faixa. Isso possibilitaria uma transmissão de 32 GB/s em slots 16x. Placas com PCI Express 4.0 devem ser lançadas entre 2014 e 2015.
Resumindo
Resumindo tudo, PCI Express é o nome dado a barramentos da placa-mãe que servem como entradas para placas de expansão (como placas de vídeo, som e rede) e realizam a transmissão de dados para o computador.
Existem três tipos de PCIe (nome alternativo do barramento), sendo que um quarto deve ser lançado nos próximos anos. A diferença entre eles é a velocidade de trafego de dados. Caso você utilize uma placa de vídeo indicada para PCI Express 3.0 em uma 2.0, ela funcionará, mas seu desempenho não será tão bom.



Removendo Vírus Recycler



  • Como remover o vírus Recycler que transforma pastas em atalhos 
  • como recuperar seus arquivos novamente.




Para remover do pen-drive que é a maior vítima

1º Coloque o seu pen-drive no computador

2º Anote ou decore o nome da unidade do pen-drive(ex:D:, E:, F:,)

3º Pressione CTRL+ALT+DEL para abrir o gerenciador de tarefas


4º Na aba escrita “processos”, procure o “Explorer.exe”, clique sobre ele uma vez e em seguida clique no botão “finalizar processo”.

5º Na própria janela do gerenciador de tarefas clique em “arquivo" e depois em “executar nova tarefa”.

6º Vá no menu iniciar/executar e em seguida digite “cmd” e clique em OK.

7º Vai o Prompt de comando, siga os passos a seguir:
-Digite cd/ e aperte ENTER.
-Digite a letra que está no seu pen-drive e pressione a tecla de dois pontos. Em seguida pressione ENTER.
Ex: (D:)

8ºDigite rd/q/s RECYCLER e tecle ENTER.

9º Digite dir/ah para ver se existe o arquivo autorun.inf, caso exista remova-o com o comando: del/a/rh autorun.inf
Se caso não existir desconsidere.

10º Agora para remover o vírus do computador digite C:, em seguida digite rd/q/s RECYCLER e pressione ENTER.

11ºAgora digite Explorer, o recycler foi removido!
Caso faça o mesmo processo usando o comando dir/ah na unidade C: e observar que após o reinício do seu computador a pasta RECYCLER ainda permanece no seu pc não se preocupe, pois isso acontece pelo fato dessa pasta guardar os seus arquivos da lixeira e esse vírus por sua usa um nome semelhante ao dessa pasta para infectar seu computador.
Uma dica é jamais apagar a pasta com o nome recycler.bin, pois ela é a pasta que representa a lixeira original.

Agora vamos recuperar os arquivos que viraram atalhos.


  • Abra o prompt(botão do Windows + R e digite CMD)
  • Digite: cd/ e pressione ENTER.
  • Digite a letra do seu pen-drive como dito anteriormente seguida de dois pontos.
Ex: D:

  • Digite esse comando: attrib –a –h –r –s /s /d f:\*.* e pressione Enter.
(o comando attrib muda os atributos dos arquivos tipo oculto, somente leitura...)
O F:\ representa a letra de unidade do pen-drive e o *.* significa que é para selecionar todas as extensões.

Pedimos ao computador que attrib(atribua) –r(limpe o atributo de arquivo somente de leitura)          –a(limpe o atributo de arquivo morto) –s(limpe o atributo de arquivo do sistema) –h(limpe o atributo de arquivo oculto) /s(processe os arquivos correspondentes na pasta atual) /d(inclua pastas no processamento).

Observe a divisão do processo desse comando a seguir:

ATTRIB[+R l –R] [+A l –A] [+S l –S] [+H l –H][+l –l]
[unidade][caminho][arquivo][/S[/D][/L]]


  • +Define um atributo
  • -Limpa tudo
  • R Atributo de arquivo de somente leitura
  • A Atributo de arquivo morto
  • S Atributo de arquivo de sistema
  • H Atributo de arquivo oculto
  • L Atributo de arquivo sem conteúdo indexado
[unidade] [caminho][arquivo]
Especifica um ou mais arquivos para processamento de atributos.

  • /S processa os arquivos correspondentes na pasta atual e em todas as subpastas.
  • /D inclui pastas no processamento
  • /L trabalha nos atributos do link simbólico versus o destino do link simbólico.





quinta-feira, 5 de maio de 2016

SATA

SATA



As interfaces IDE foram originalmente desenvolvidas para utilizar o barramento ISA, usado nos micros 286. Assim como no barramento ISA, são transmitidos 16 bits por vez e utilizado um grande número de pinos. Como é necessário manter a compatibilidade com os dispositivos antigos, não existe muita margem para mudanças dentro do padrão, de forma que, mesmo com a introdução do barramento PCI e do PCI Express, as interfaces IDE continuam funcionando fundamentalmente da mesma forma.

Mesmo quando foram introduzidas as interfaces ATA/66, a única grande mudança foi a introdução dos cabos de 80 vias, desenvolvidos de forma a permitir taxas de transmissão maiores, sem contudo mudar o sistema de sinalização, nem os conectores.

A partir de um certo ponto, ficou claro que o padrão IDE/ATA estava chegando ao seu limite e que mudanças mais profundas só poderiam ser feitas com a introdução de um novo padrão. Surgiu então o SATA (Serial ATA).

Assim como o PCI Express, o SATA é um barramento serial, onde é transmitido um único bit por vez em cada sentido. Isso elimina os problemas de sincronização e interferência encontrados nas interfaces paralelas, permitindo que sejam usadas freqüências mais altas.

Graças a isso, o cabo SATA é bastante fino, contendo apenas 7 pinos, onde 4 são usados para transmissão de dados (já que você precisa de 2 fios para fechar cada um dos dois circuitos) e 3 são neutros, que ajudam a minimizar as interferências.

Os cabos SATA são bem mais práticos que os cabos IDE e não prejudicam o fluxo de ar dentro do gabinete. Os cabos podem ter até um metro de comprimento e cada porta SATA suporta um único dispositivo, ao contrário do padrão master/slave do IDE/ATA. Por causa disso, é comum que as placas-mãe ofereçam 4 portas SATA (ou mais), com apenas as placas de mais baixo custo incluindo apenas duas.

No final, o ganho de desempenho permitido pela maior freqüência de transmissão acaba superando a perda por transmitir um único bit por vez (em vez de 16), fazendo com que, além de mais simples e barato, o padrão SATA seja mais rápido.

Existem três padrões de controladoras SATA, o SATA 150 (também chamado de SATA 1.5 Gbit/s ou SATA 1500), o SATA 300 (SATA 3.0 Gbit/s ou SATA 3000) e também o padrão SATA 600 (ou SATA 6.0 Gbit/s), que ainda está em desenvolvimento. Como o SATA utiliza dois canais separados, um para enviar e outro para receber dados, temos 150 ou 300 MB/s em cada sentido, e não 133 MB/s compartilhados, como no caso das interfaces ATA/133.

Os nomes SATA 300 e SATA 3000 indicam, respectivamente, a taxa de transferência, em MB/s e a taxa "bruta", em megabits. O SATA utiliza o sistema de codificação 8B/10B, o mesmo utilizado pelo barramento PCI Express, onde são adicionados 2 bits adicionais de sinalização para cada 8 bits de dados. Estes bits adicionais substituem os sinais de sincronismo utilizados nas interfaces IDE/ATA, simplificando bastante o design e melhorando a confiabilidade do barramento. Dessa forma, a controladora transmite 3000 megabits, que, devido à codificação, correspondem a apenas 300 megabytes. Ou seja, não é um arredondamento.

As controladoras SATA 300 são popularmente chamadas de "SATA II" de forma que os dois termos acabaram virando sinônimos. Mas, originalmente, "SATA II" era o nome da associação de fabricantes que trabalhou no desenvolvimento dos padrões SATA (entre eles o SATA 300) e não o nome de um padrão específico. Da mesma forma, o padrão de 600 MB/s chama-se SATA 600, e não "SATA III" ou "SATA IV". Mesmo os próprios fabricantes de HDs não costumam usar o termo "SATA II", já que ele é tecnicamente incorreto.

Memórias

Memórias
A memória, como você já deve imaginar, é um componente que serve para armazenar dados (tal como a sua memória guarda recordações e informações).



Tipos De Memória
Os computadores normalmente têm dois tipos de memória: a RAM (volátil) e um dispositivo de armazenamento (não volátil). A memória RAM serve para salvar dados temporariamente, os quais serão usados com frequência pelos programas.
A sigla RAM vem de “Random Access Memory (Memória de Acesso Aleatório). Esse dispositivo é responsável por armazenar os dados que estão sendo processados na CPU. O termo “aleatório” indica que é possível ler ou escrever dados em qualquer endereço de memória e de forma aleatória (sem seguir uma ordem específica).
Dentro das memórias, há chips que servem para guardar os dados temporariamente. Cada posição dentre dos chips é marcada com um endereço, sendo que é esse endereçamento que servirá para o processador se localizar e realizar a comunicação. Antes, a transmissão de dados era assíncrona, ou seja, não existia sincronia em uma frequência nos acessos. Agora, as memórias são sincronizadas e os dados transitam no mesmo clock.
Na memória RAM, existem duas tarefas básicas: leitura e escrita. Quando um aplicativo necessita de dados que estão armazenados na RAM, o processador dá a ordem de qual endereço deve ser lido. O processo de escrita segue o mesmo princípio, sendo que a atribuição de valores de endereço de memória são determinados de forma aleatória.
Memórias DDR
Primeiro, você deve saber que a memória DDR é do tipo SDRAM (ou seja, é uma RAM com um SD na frente). A sigla é de synchronous dynamics random access memory, que significa memória de acesso dinâmico de sincronia dinâmica. Como você de imaginar, essa é uma RAM que realiza a leitura e escrita de dados de forma síncrona e dinâmica.
Essa sincronia da memória DDR se deve justamente ao clock que regula o acesso à memória (lembra que falamos há pouco sobre isso?). Basicamente, a memória deve aguardar alguns nano segundos para poder gravar ou ler informações. A ideia é justamente essa, para que os componentes funcionem em ciclos e não haja problemas na comunicação.
Aqui, convém falar de algo que está diretamente relacionado aos ciclos: a latência da memória (é importante não confundir essa latência da SDRAM com outras latências internas). Trata-se do intervalo de tempo que é necessário para que um endereço qualquer seja acessado com garantia de que os dados sejam gravados ou acessados corretamente.
Nas memórias SDRAM, o processador determina essa latência (algo que é determinado em ciclos, não em nano segundos), que será sempre a mesma. Como a CPU trabalha mais rápido que a memória, normalmente ele acaba necessitando aguardar alguns segundos para receber os valores solicitados.

DDR-DIMM

O tipo de memória instalada nos módulos DDR é o SDRAM, mas o arranjo (posicionamento dos chips nas peças) dessas memórias funciona de acordo com o padrão DIMM. A sigla vem de Dual Inline Memory Module (Módulo de Memória em Linha Dupla). Esse termo é usado para designar que um determinado componente tem chips instalados dos dois lados do módulo.
Na prática, isso significa que, diferente das memórias SIMM (que tinham chips de um único lado) que operavam com 32 bits de dados, as memórias DIMM trabalham com 64 bits de dados. Portanto, esse padrão garante o dobro de dados e consequentemente, na teoria, pode significa que temos o dobro do desempenho.
Costumeiramente, chamamos os módulos de memória DDR apenas pela sigla DDR, mas o correto (e mais completo) seria usar a designação DDR-SDRAM DIMM.

Origem do termo DDR

Bom, finalmente chegamos no assunto principal: a memória DDR. A sigla DDR vem de Double-Data-Rate (Taxa Dupla de Transferência). A memória DDR permite que dois dados sejam transferidos ao mesmo tempo.
Memória DDR
Assim, basicamente, uma DDR-SDRAM é uma memória do tipo SDRAM que permite que dois dados sejam transferidos no mesmo ciclo de clock. Um módulo de memória do tipo DDR-SDRAM é, teoricamente, duas vezes mais rápido que um SDRAM comum.
Como você já deve ter percebido, o padrão DDR evoluiu durante os últimos anos, avançando para o DDR2 e, posteriormente, para o DDR3. Então, é de suma importância que falemos sobre cada uma dessas versões, dando um enfoque no padrão mais recente.

DDR

Com a evolução dos processadores, as fabricantes tiveram que bolar um jeito de criar memórias que pudessem atender a demanda de processamento. O Pentium 4 foi um dos chips que obrigou o surgimento de memórias que fossem capazes de operar com o dobro da frequência.
Foi mais ou menos nessa época (lá no ano 2000) que surgiu o DDR. Muita gente acabou chamando elas apenas de DIMM, pois eram a principal característica que as diferenciava das antigas memórias (que tinha chips apenas em um lado). Essas memórias tinham 184 contatos metálicos.

DDR2

Novamente, o restante dos componentes levou a memória ao seu limite. Com isso, a indústria de memórias se viu obrigada a evoluir para o padrão DDR2. As frequências aumentaram, as capacidades de transferência tiveram ganhos significativos e as latências subiram. A memória DDR2 foi lançada em 2003. Elas tinham 240 pinos que garantiam a comunicação com a placa-mãe.
Um módulo do tipo DDR2 transmite quatro dados por ciclo de clock, o que permite, na teoria, que a velocidade de transmissão dobre, se comparando ao DDR. As DDR2 também trouxeram melhorias no gerenciamento de energia, com o ODT (Terminação Resistiva) já presente no próprio chip, evitando interferências eletromagnéticas e consumo elevado de energia.

DDR3

Este é o padrão mais recente das memórias do tipo DDR. Novamente, a vantagem está no clock elevado e nas taxas de transferência superiores. A latência dessas memórias é maior que as da DDR2. O ganho de desempenho da DDR3 não chega a ser o dobro do que se obtém com módulos do tipo DDR2. A memória DDR3 tem 204 contatos.
Por conta de uma série de atrasos no desenvolvimento de novos chips e no avanço dos demais componentes, esse padrão de memória acabou durando muito mais do que os antecessores. Ela foi lançada em 2007 e até hoje é o padrão mais robusto. Esse tempo adicional de sobrevida levou as fabricantes a levarem a tecnologia ao limite, com módulos que podem trabalhar com clock de até 2.800 MHz.
Tabela De Comparação

GDDR

Aproveitando o tema, é de suma importância que falemos sobre o Padrão GDDR, o qual causa muitas dúvidas. Presente em placas de vídeo, esse tipo de módulo é especialmente preparado para gráficos. Contudo, existem grandes confusões por contas das tantas variações de memórias que são instaladas nas placas gráficas.
Há componentes que trazem chips do tipo DDR3, outros contam com módulos GDDR3 e temos ainda alguns que utilizam peças do padrão GDDR5. Afinal, qual a diferença? A tecnologia GDDR5 é baseada na DDR3, mas existem diferenças de funcionamento.
Imagem da memória GDDR na placa mãe

A GDDR5 trabalha com tensões mais baixas, utiliza um esquema diferente de controlador de memória e pode ser utilizada em uma configuração assimétrica. Todavia, a principal mudança está na forma como ela é projetada. Por se tratar de uma memória para gráficos, ela pode alcançar taxas de transferências muito superiores, mas as latências são mais altas também.

Dual Channel

Outro assunto que convém abordar aqui é a combinação de módulos no esquema Dual-Channel (Canal Duplo). Como o termo sugere, neste tipo de configuração, as memórias trabalham em dois canais separados.
Este mecanismo, em teoria, pode dobrar a largura do barramento, permitindo que 128 bits sejam transmitidos (vale lembrar que um único módulo transfere 64 bits). Para isso, existe a necessidade da instalação de dois pentes idênticos. Assim, na teoria, é possível transmitir o dobro de informação ao mesmo tempo.
Dual Channel
As memórias DDR2 e DDR3 são perfeitamente capazes de trabalhar nesse tipo de arranja, contudo, vale notar que é preciso verificar se o processador e a placa-mãe trabalham com esse tipo de configuração (existem componentes preparados para Triple Channel e Quad Channel).
Além disso, é preciso atentar para a configuração específica da placa, por isso recomendamos que você verifique o manual para descobrir como você deve instalar os módulos e habilitar a configuração Dual Channel.
Apesar de Dual Channel oferecer vantagens significativas (algo importante principalmente para jogos e aplicações mais pesadas), seu uso não é obrigatório. Dessa forma, você pode instalar somente um módulo de memória DDR, mas não irá obter os mesmos resultados.






USB

USB
 É uma tecnologia que tornou mais fácil a tarefa de conectar aparelhos e dispositivos periféricos ao computador (como teclados, mouse, modems, câmeras digitais) sem a necessidade de desligar/reiniciar o computador (“Plug and Play”) e com um formato diferenciado, universal, dispensando o uso de um tipo de conector específico para cada dispositivo.

Até um tempo atrás era muito difícil instalar periféricos no computador, sendo esta uma atividade usualmente deixada para pessoas experientes ou técnicos pois existiam diversos tipos diferentes de cabos e conectores e o usuário teria que detectar em qual entrada deveria ser encaixado cada um destes.
Essa assustadora ideia de milhares de conectores diferentes aos quais seria necessário conta com a sorte e certa perícia em “adivinhação” para um correto funcionamento, ou ainda a ideia de diversos cabos espalhados faziam muitas pessoas deixarem de lado a ideia de adicionar um novo dispositivo ao computador.
O padrão USB foi desenvolvido por uma aliança entre empresas como Microsoft, Apple, Hewlett-Packard, NEC, Intel e Agere. E inicialmente não foi fácil chegar a um acordo com relação a como seria a abordagem do controlador fazendo com que o projeto quase perdesse seu rumo.
Este tipo de conector foi projetado, ainda, com a possibilidade de conectar até 127 dispositivos a uma única porta, ligados por meio de um concentrador (necessitando, no entanto, do auxílio de um hub com entradas USB) e sendo perfeitamente possível gerenciá-los sem perda de informações pelo Sistema Operacional. Embora se isso fosse realmente feito a velocidade de transmissão de dados seria gravemente comprometida.
Versão Atual
A atual versão de USB, a 2.0 entrou no mercado de forma efetiva no final de 2001, e tem como principal diferença a velocidade na taxa de transmissão de dados.
Devido a todas estas vantagens e praticidades, o padrão USB tornou-se hoje um pré-requisito na hora de adquirir um computador e na compra de aparelhos de uso cotidiano. Portanto, é sempre recomendado verificar se estes possuem suporte a USB antes de sua aquisição.

Barramentos

Barramentos
É o encaixe de que cada peça precisa para funcionar corretamente

Barramento ISA

Barramentos e funções
Há três funções distintas nos principais barramentos de um computador, que, em termos simples, conectam o processador, a memória e os outros componentes conectados a ele pelo que chamamos de barramentos de entrada e saída.
Barramento de dados – como o próprio nome já deixa a entender, é por este tipo de barramento que ocorre as trocas de dados no computador, tanto enviados quanto recebidos.
Barramento de endereços – indica o local onde os processos devem ser extraídos e para onde devem ser enviados após o processamento.
Barramento de controle – atua como um regulador das outras funções, podendo limitá-las ou expandi-las em razão de sua demanda.
Barramentos de entrada e saída
Além da comunicação entre o computador e a memória, você pode adicionar diversos outros dispositivos à sua placa-mãe, com um barramento especial para cada um deles. Alguns dos formatos mais conhecidos neste quesito são o PCI, o AGP e até mesmo o USB, amplamente utilizado em pendrives, impressores, teclados, mouses e outros periféricos.

Chipset

Chipset


Chipset é o nome dado ao conjunto de chips (ou circuitos integrados) utilizado na placa-mãe e cuja função é realizar diversas funções de hardware, como controle dos barramentos (PCI, AGP e o antigo ISA), controle e acesso à memória, controle da interface IDE e USB, Timer, controle dos sinais de interrupção IRQ e DMA, entre outras.
Em uma analogia, seria mais ou menos como o cérebro, recolhendo informações e enviando à parte do corpo adequada para a execução da tarefa de forma que a função solicitada seja efetuada de forma satisfatória.
O Chipset está também relacionado com o clock externo do processador e das memórias. Por exemplo, se o clock externo de seu processador possui um valor de barramento maior que o suportado pelo do Chipset, não seria possível aproveitar todo o potencial dele. As bem conhecidas placas de som e vídeo onboard, são circuitos de som e vídeo integrados no Chipset.
Nos primeiros PCs utilizavam-se vários chips para criar todos os circuitos necessários para fazer um computador funcionar e estes ficavam dispersos em diversos pontos da placa. A medida que a tecnologia foi avançando, os circuitos passaram a ser integrados em alguns poucos chips.
Atualmente, a maioria dos Chipsets é formada por dois chips principais, conhecidos como North Bridge e South Bridge. O North Bridge (Ponte Norte) ligado diretamente ao processador e cujas funções são o acesso às memórias e aos barramentos AGP e PCI e a comunicação com o South Bridge.
O South Bridge (Ponte Sul) que controla as interfaces IDE, USB. No South Bridge também está a conexão com a BIOS e o chip responsável pelas interfaces de mouse e teclado, interfaces seriais, paralelas, e interface para drive de disquete.
O Chipset é um dos principais componentes de um PC, ficando atrás do processador e das memórias. Portanto, um bom cuidado ao adquirir um computador é a escolha de placas-mãe com um Chipset adequado à sua necessidade para evitar futuros transtornos com relação ao desempenho.

Instalando Photoshop CS2

Photoshop CS2



Download Do Photoshop CS2: Link do photoshop cs2
Tradução Do Photoshop CS2: Tradução do photoshop
Obs. Os downloads começarão automaticamente.

Número Serial:
  • 1045-1412-5685-1654-6343-1431 ou;
  • 8MEH-RU7JQ-ACDRM-MQEPR-G3S23-FEMBR-ACED
Como baixar, instalar e traduzir o photoshop CS2


Como traduzir o photoshop CS2(opção 02)



terça-feira, 3 de maio de 2016

Computador/Estrutura

Computadores/Estrutura



OBS: Antes de entrarmos no assunto gabinete, gostaria de deixar bem claro que, CPU é o processador que fica dentro do gabinete e não  o gabinete como um todo.

Para entendermos melhor vou explicar o que é gabinete e logo em seguida toda a sua estrutura.

o que é gabinete?

O gabinete ou torre de computador, é utilizado para abrigar as peças fundamentais do computador, protegendo-as contra poeira, água ou qualquer outra coisa que possa danificar a funcionamento do computador em si. O gabinete geralmente é composto pelos seguintes itens: fonte de alimentação, placa mãe, processador, memórias, disco rígido, driver ótico, placa de vídeo e todos os seus respectivos cabos. Esses são alguns do vários componentes que serão explorados a partir de agora, começando pela Fonte de alimentação do computador.

Fonte de alimentação:
A fonte do computador serve para alimentar a energia de todos os componentes do Computador como HD, DVD, leitor de CD entre outros que usem energia elétrica. Quanto mais componentes seu computador tiver mais energia ele vai precisar para manter tudo funcionando.


Placa Mãe/Estrutura


O que é? 

A placa-mãe é responsável por conectar e gerenciar a comunicação entre praticamente todos os dispositivos de um computador, isso faz com que ela seja uma placa vital, ou seja, sem ela, nada funciona, fazendo jus a seu nome.
Além de servir de base para que os componentes de hardware sejam instalados e conversem entre si, a placa-mãe também costuma carregar diversos recursos. Alguns modelos oferecem, por exemplo, saída de vídeo. Nestes casos, a placa possui um processador gráfico embutido, ou usa as capacidades gráficas do processador da máquina.
Componentes: 

Socket do processador

O socket do processador é responsável pela conexão do processador à placa-mãe. 


imagem de um socket com um processador em uso


Slots de memória (RAM)


A memória RAM é instalada no micro através de slots, onde a memória deve ser instalada, conforme o tipo de memória suportado pela placa-mãe. Existem placas-mãe que possuem slots para dois tipos de memória, criando maior compatibilidade com a evolução das memórias no mercado, porém nunca se deve utilizar dois tipos de memória simultaneamente. Se sua placa-mãe possuir slots para memórias DDR2 e DDR3, você deve escolher uma das duas para instalar em seu micro, nunca as duas tecnologias.

 Imagem do Slot de memória RAM na placa mãe



Energia


A placa-mãe é alimentada por uma fonte de energia(fonte de alimentação) AT ou ATX.

AT : O padrão AT é um padrão já defasado, utilizado nos primeiros desktops, possuía 12 pinos e o conector era dividido em duas partes.

ATX: O ATX é o padrão utilizado hoje em dia, possui conector de 20 ou 24 pinos. As fontes de hoje em dia são encontradas com conector de 24 pinos, porém há uma separação que permite utilizar a fonte em uma placa-mãe com conector ATX de 20 pinos. O conector ATX faz a alimentação geral da placa-mãe (Chipset’s north-bridge e south-bridge, memórias, placas instaladas em slots de expansão CNR / ISA / PCI / PCI-X, controladores de vídeo, rede, áudio, portas usb e etc).


Imagem do cabo da fonte de alimentação sendo inserida no conector ATX



Processador / 4 pinos

 As placas-mãe recentes possuem um conector de 4 pinos e 12 volts, o qual é dedicado ao processador (geralmente o conector fica próximo ao processador).
Imagem do processador/4 pinos


Portas de entrada

As portas PS/2 servem para conexão do mouse e do teclado no computador. A maior vantagem de utilizar mouses e teclados com este padrão de conexão é que assim ficam liberadas mais portas USB em seu computador. Já a porta USB é a porta de entrada mais “versátil” da placa-mãe. Nela você pode conectar inúmeros dispositivos, de placas de captura à pendrives. Ela é uma porta do tipo Plug & Play, na qual você podê ligar dispositivos sem a necessidade de desligar o computador.


Chipset
Outro componente de grande importância nas placas-mãe é o Chipset . É ele quem controla os Barramentos , acesso à memória, dentre outros. Hoje em dia, ele é divido em dois (na maioria das vezes), que são a Ponte Norte (North Bridge) – que controla a memória, barramento de vídeo (slot AGP ou slot PCI-Express), e transfere dados com a Ponte Norte – e a Ponte Sul (South Bridge) – que controla componentes, periféricos, tais como HDs, portas USB, barramentos PCI, dispositivos de som e rede.

O Chipset é também uma espécie de delimitador de capacidade nas placas-mãe. É ele quem vai definir qual a quantidade e tipo de memória suportada  (confira aqui quais são os Tipos de memórias ), quantos e quais tipos de HDs serão suportados (por exemplo, HDs Sata), qual a velocidade máxima que o processador que será ligado à placa-mãe poderá ter, dentre outros.

Conexão com HD/Drivers ópticos

Os slots usados para a conexão entre a placa-mãe e HDs/drivers de CD/DVD são os famosos IDE e SATA/SATA2.
 Atualmente, o mais rápido e que está sendo cada vez mais usado no mercado é o slot SATA2. Em relação aos SATAs “normais”, ele é duas vezes mais rápido, uma vez que a taxa de transferência de dados do SATA é de 150MB/s e do SATA2 é de 300MB/s.

É possível ligar dispositivos feitos para SATA 2 em entradas SATAs "normais", porém o dispositivo não irá funcionar com toda a velocidade que poderia funcionar se conectado no slot correto.
Slots de Expansão

Os slots de expansão servem para que seja possível adicionar recursos à sua placa-mãe. Neles você conecta placas de rede, placa de som, modems, placa de captura, etc. Os mais usados atualmente são os slots PCI (Peripheral Component Interconnect), PCI-Express 1x, PCI-Express e AGP.
Placas de Vídeo
Os conectores de vídeo mais atuais são o PCI-Express, PCI-Express 2,0 e o AGP (este último já se encontra-se praticamente fora do mercado, mas ainda é muito utilizado). Assim como frisamos para os slots de memória, para estes slots também é impossível conectar uma placa que possua slot AGP em uma que possua slot PCI-EXPRESS. Entretanto, é possível conectar placas  2.0 em slots PCI-Express, porém, haverá redução de desempenho.
(Aula em construção)...