domingo, 1 de maio de 2016

Computadores/Conceito


Computadores


O que é?
COMPUTADOR

O computador é uma máquina que processa informações eletronicamente, na forma de dados e pode ser programado para as mais diversas tarefas.
As fases do processamento são:
  • Entrada de Dados (Informações iniciais)
  • Processamento (Instruções)
  • Saída de Dados (Resultados)
Vamos supor que você solicitou ao computador somar 2 + 2. Os dados entram no computador através do teclado, a Unidade Central os processa e envia o resultado para o vídeo.
TERMINOLOGIAS
  • Hardware
É a parte física do computador, ou seja, o conjunto de dispositivos responsáveis pelo processamento das informações.
Ex: teclado, vídeo, impressora, mouse, caixas de som etc.
  • Software
São programas (conjunto de instruções) necessários para que o computador possa realizar tarefas, auxiliando e agilizando o trabalho do usuário.
Ex: Windows, Word, Excel, Power Point, Corel Draw etc.


COMO A INFORMAÇÃO É REPRESENTADA
  • Bit
Os computadores trabalham com as informações em forma de códigos, os quais são constituídos de apenas dois elementos que denominam-se CÓDIGOS BINÁRIOS e podem ser representados, utilizando-se os dígitos 0 e 1. Cada um desses dígitos é chamado BIT (Binary Digit), dígito binário e representa a menor unidade de informação do computador.
  • Byte
Os microcomputadores geralmente operam com grupos de bits. Um grupo de oito bits é denominado BYTE. Este pode ser usado na representação de caracteres como uma letra (A-Z), um número (0-9) ou outro símbolo qualquer (#, %, *,? @), entre outros.
Assim como podemos medir distâncias, quilos, tamanho etc, também podemos medir a capacidade que um microcomputador tem para armazenar informações. Para efetuarmos essa medida é usado o byte como padrão e os seus múltiplos:
8 Bits                1 Byte      (1 caractere)
1 Kilobyte (KB)     1024 Bytes      (milhares)
1 Megabyte (MB)  1024 KB           (milhões)
1 Gigabyte (GB)     1024 MB         ( bilhões)
1 Terabyte (TB)      1024 GB         (trilhões)

TIPOS DE COMPUTADORES 

Os computadores podem ser classificados pelo porte. Existem os de grande porte, mainframes, médio porte, minicomputadores e pequeno porte microcomputadores, divididos em duas categorias: os de mesa (desktops) e os portáteis (notebooks e handhelds).
Conceitualmente todos eles realizam funções internas idênticas, mas em escalas diferentes.
Os Mainframes se destacam por terem alto poder de processamento e muita capacidade de memória, e controlam atividades com grande volume de dados, sendo de custo bastante elevado. Operam em MIPS (milhões de instruções por segundo).
A classificação de um determinado computador pode ser feita de diversas maneiras, como por exemplo em termos de:
  • capacidade de processamento;
  • velocidade de processamento e volume de transações;
  • capacidade de armazenamento das informações;
  • sofisticação do software disponível e compatibilidade;
  • tamanho da memória e tipo de UCP.
Os microcomputadores de mesa, são os mais utilizados no mercado de um modo geral, pois atendem a uma infinidade de aplicações; são divididos em duas plataformas: PC, os computadores pessoais da IBM e Macintosh da Apple. Os dois padrões de micros têm diversos modelos, configurações e opcionais.
Curiosidades:
Há cerca de duas décadas atrás, o conceito de servidor era o daqueles mainframes que ocupavam um grande espaço físico na empresa, além de precisar de todo um sistema de refrigeração, por diversas vezes havia necessidade de fazer manutenção na máquina. Com a chegada de micros mais robustos e a popularização dos PCs, menos investimento, maior flexibilidade e diversidade de recursos, muitas empresas fizeram dowsing (substituir os mainframes por microcomputadores), trocando o grande porte para a arquitetura cliente/servidor.
MICROCOMPUTADOR
É uma máquina eletrônica capaz de manipular informações.
As partes básicas de um microcomputador são:
  • Monitor (Vídeo)
  • Teclado/Mouse
  • Gabinete - Placa mãe, UCP (microprocessador), Memórias (RAM e rom), Disk Drives, Disco Rígido (winchester) etc.
PLACA MÃE (MOTHER BOARD)

Principal placa do micro, onde estão conectados todos os chips e placas adicionais.

UCP (UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO)

É composta por circuitos eletrônicos (CI - Circuitos Integrados), que são responsáveis pelo gerenciamento de todas as funções do sistema.
CHIP (CIRCUITOS INTEGRADOS)
É um dispositivo eletrônico que combina milhares de transistores numa pequena placa de silício.
Estes dispositivos são componentes do microcomputador e tem como função executar programas, cálculos e fazer a comunicação de entrada e saída dos dados. Cada CI tem uma função específica. Um exemplo é o microprocessador mostrado na figura ao lado. Ele opera como se fosse o cérebro do micro, comandando todas as funções internas, e executa milhões de instruções por segundos.
O Microprocessador é composto pelas seguintes Unidades:
  • Unidade de Controle: Coordena todo o trabalho do microcomputador;
  • Unidade Lógica Aritmética: Responsável pelos cálculos;
  • Unidade de Execução: Responsável pelo processamento das informações.

  • A maioria deles trazem processadores de última geração, um espaço bem maior no winchester, drive de CD-ROM de alta velocidade, tela com tamanho bem próximo dos desktops e periféricos diferenciados. Por conta dessa tecnologia, eles tem conquistado mercados mais abrangentes e não somente à executivos que necessitam de portabilidade.

  • Conforme o modelo podem ter velocidade de 100 MHz a 400 MHz, inclusive alguns com Pentium II ou MMX. Disco rígido com até 5 GB. Os periféricos dão capacidade ao notebook de executar tarefas multimídia e recursos para comunicação, como alto-falantes, microfones embutidos, drives de CD-ROM de até 20x ou ainda drive de DVD-ROM intercambiável com o de CD. Alguns podem ter embutida minicâmera para videoconferência. A placa fax/modem também está disponível nos atuais. A memória chega a 32 MB. Possuem ainda conectores PC Card, cartões que permitem acrescentar um modem, um segundo disco rígido, ou aumentar a memória do portátil.
  • Conhecidos também como Palmtops ou PDAs (Personal Digital Assistant), esses micros de mão ou de bolso, fazem parte de outra família de equipamentos portáteis. São bem menores, leves e compactos, possuindo vários dos recursos oferecidos por um notebook, apresentando além do tamanho, preço reduzido. Oferecem desempenho, funcionalidade e portabilidade.

  • Trabalha-se com agenda, calculadora, programas reduzidos que possibilitam criar textos, planilhas de dados e permitem enviar e receber dados, como e-mail na Internet, conectar-se à grande rede e enviar fax. A maioria dos modelos vem com o sistema operacional Windows CE e trabalha com memória de 4 a 8 MB.

  • CONHEÇA UM POUCO SOBRE ESSES PEQUENOS NOTÁVEIS:

  • Podem ser de vários modelos e auxiliam muito os usuários, pois são fáceis de transportar. Possuem configuração típica semelhante aos computadores de mesa (desktops). Nos portáteis a maioria dos componentes foi compactada, como a tela plana de cristal líquido.

  • Quando comparados com os outros modelos, apresentam dimensões reduzidas, o que possibilita colocá-los dentro de uma pasta ou ainda no bolso. Possuem uma bateria que permite o uso por algumas horas sem energia externa e pode tornar a memória principal contínua, enquanto energizada pela bateria.

  • Esses portáteis são fáceis de transportar, confortáveis para uso, mas têm sempre que acompanhar a tecnologia oferecida aos computadores de mesa, sendo flexíveis, para que se possa obter deles os mesmos recursos.

  • Os Notebooks atuais têm acompanhado esse crescimento do mercado, tendo praticamente o mesmo poder de processamento, a mesma qualidade de imagem e recursos de conexão à rede ou a Internet. O que diferencia bastante é o preço desses pequenos, são bem mais caros, pois pode-se obter deles o que os outros oferecem, num tamanho bem menor.

 MEMÓRIAS

No microcomputador também encontram-se as Memórias, que são definidas como, dispositivos eletrônicos responsáveis pelo armazenamento de informações e instruções utilizadas pelo computador.
RAM (Randon Access Memory)

Memória de acesso aleatório onde são armazenados dados em tempo de processamento, isto é, enquanto o computador estiver ligado, e também todas as informações que estiverem sendo executadas, pois essa memória é mantida por pulsos elétricos. Todo conteúdo dela é apagado ao desligar-se a máquina, por isso é chamada de volátil.

O módulo de memória é um componente adicionado à placa mãe. É composto de uma série de pequenos CIs chamados chip de Ram. A memória pode ser aumentada, de acordo com o tipo de equipamento ou das necessidades do usuário. O local onde os chips de memória são instalados chama-se SLOT de memória, podendo ser conectados módulos de memória SIMM (Single In-Line Memory Module) ou DIMM (Dual In-line Memory Module).

A memória RAM ganhou melhor desempenho trazendo versões mais poderosas, como a DRAM (Dynamic RAM), ou RAM dinâmica, a EDO RAM (Extended Data Out), ou Saída Estendida de Dados, que proporciona um aumento de desempenho de 10% a 30% em comparação com a RAM tradicional, entre outras.

ROM (Read Only Memory)
Memória não volátil, ou seja, somente de leitura, pois a informação que vem gravada nela não pode ser apagada. Nesta vem as características do fabricante e um programa chamado BIOS, que comanda todas as operações de Entrada e Saída de dados no microcomputador.

A ROM é permanente e não perde seus dados ao desligar o computador.
BIOS (Basic Input Output System)

A função do BIOS é comunicação, ele permite ao microprocessador comunicar-se com outras partes do computador tal como, o vídeo, impressora, teclado, entre outros. Contém informações que foram gravadas pelo fabricante do micro, estão permanentemente gravadas e não podem ser alteradas.
Quando ligamos o micro, é o BIOS que o inicia, checando os periféricos que estão ligados a ele, como winchester, teclado etc.


DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO
Para que os dados não se percam, precisam ser gravados num dispositivo de armazenamento chamado memória auxiliar; esta, armazena as informações que estão na memória principal (RAM). Existem vários tipos de memória auxiliar como, disquetes, discos rígidos (winchester), discos ópticos (CD-ROM e DVD-ROM), entre outros.
DISCOS FLEXÍVEIS
Os disquetes (magnéticos) são encontrados em dois tipos:
  • Face Simples: onde haverá gravação em apenas um lado do disco.
  • Face Dupla: onde haverá gravação em ambos os lados do disquete.
DISCOS RÍGIDOS (WINCHESTER)
São discos com velocidade e capacidade de armazenamento e acesso às informações, muito superiores aos discos flexíveis. Para comparar esta afirmação, pode-se dizer que enquanto um disquete de 3,5 polegadas por exemplo, consegue armazenar até 2.880 Kbytes, um disco Winchester pode conter em média 6 Gigabytes. Em 1995, um disco armazenava aproximadamente 80 MB. Já existem modelos com 18,2 GB de capacidade, podendo chegar a 1 TB (terabyte) em 1999.

Cada vez mais haverá necessidade de espaço em winchester, pois atualmente, tudo está sendo digitalizado e introduzido no micro. Além de extensos arquivos, são transformados em bytes, mensagens de fax, fotos, imagens, projetos, vídeos, diagramas etc, ocupando grande quantidade no disco.

MULTIMÍDIA

Antes era considerado item opcional, mas atualmente o drive de CD-ROM e os recursos de áudio são indispensáveis num micro. Mídia de alta capacidade, como o CD, tornaram-se mais acessíveis e uma infinidade desses Kits Multimídia têm chegado no mercado. Neste disco, vem armazenado um número muito maior de informações do que pode-se gravar num disquete ou winchester, não só a parte de entretenimento, mas uma diversidade de aplicações como programas ou sistemas operacionais complexos, é distribuída em CD-ROM.

A multimídia tornou a computação pessoal mais atraente. Vídeo e som estéreo permitiram que o micro se tornasse uma central de apresentações, na qual as imagens têm movimentos e o som torna os assuntos mais emocionantes.
O CD-ROM trabalha com transferência dos dados medidas em Mbps (milhões de bits por segundo). Mas as velocidades dos CDs aparecem em "x". Os drives mais comuns vão de 8x até 16x; os mais atuais chegam a 36x. Por exemplo, um de 16x representa 2400 Kbps (mil bits por segundo), isso determina a velocidade de leitura dos dados. Quanto maior a velocidade, melhor é a leitura de arquivos e mais rápida é a instalação dos produtos que vêm no CD.

CD-ROM

O CD-ROM (Compact Disc - Read Only Memory), é um disco compacto onde as informações só podem ser lidas, mas não gravadas pelo usuário, pois já é fabricado com um determinado conteúdo (são gravadas apenas pelo fabricante). Ele tem a tecnologia óptica dos CDs de música, mas possui um formato de trilha diferente, para armazenar dados.

O CD de computador armazena grandes quantidades de informações, cerca de 650 MB de capacidade e utiliza um feixe de raio laser para gravá-las de uma maneira compacta.

É comum encontrar discos de CD-ROM com bibliotecas de imagens (clip arts), fotografias, enciclopédias, dicionários, entre outros. É também um componente fundamental para os sistemas de multimídia, que utilizam arquivos de vídeo e som.

Uma vantagem adicional dos recursos de multimídia é que as unidades de CD-ROM também são capazes de tocar os CDs de música. Ele ajudou o micro a conquistar de forma definitiva os mercados de educação, cultura, entretenimento etc, apresentando as informações de uma forma bastante agradável.

DVD-ROM

O DVD-ROM (Digital Versatile Disc), ou disco digital versátil, surgiu após o CD-ROM, já que a tecnologia evolui a cada dia e busca aperfeiçoar os dispositivos e recursos para a utilização do microcomputador. Ele pode conter programas, arquivos e permite ouvir músicas e rodar aplicações multimídia com melhor fidelidade de som e imagem, nestes discos com capacidade de sete a vinte e seis vezes maior que a dos CDs convencionais. Sua rotação é três vezes mais veloz que a do CD-ROM.

Numa unidade de DVD, pode-se rodar discos apresentando um filme com 2 horas de duração, ouvindo som estéreo e imagem de tela de cinema, ou ainda rodar um longametragem com vários idiomas dublados e legendados. A imagem produzida por ele é melhor que a do videocassete.

Ocorre que a primeira geração de DVD a chegar às lojas provocou um certo desapontamento, pois a tecnologia ainda não estava madura para utilização comercial. A segunda geração dispõe de mais recursos e já é possível executar CDs gravados pelo próprio usuário, os chamados CD-R, que não rodavam na primeira fase do DVD lançada anteriormente. Cada disco armazena 4,7 GB de cada lado e alguns aparelhos de DVD quando fabricados no formato de duas camadas e dois lados, o disco pode armazenar até 17 GB, permitindo a reprodução de até oito horas de filme.



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